terça-feira, 25 de agosto de 2015

COLÉGIO ARBOS

SEMANA TEMÁTICA - ÉTICA E CIDADANIA

Unidades Santo André / São Bernardo do Campo


  •  Data: 08 a 12/09/2015


I - Objetivos:
  • Analisar criticamente os aspectos da ética e cidadania.
  • Promover uma reflexão autônoma e participativa do ser como agente transformador da sociedade em que vive, mediante valores comportamentais e éticos de sua sociedade a partir do indivíduo.
  • Investigar a origem e a importância da ética nas questões que envolvem cultura e identidade e que permeiam as relações sociais e políticas no mundo contemporâneo.
  • Reformular conceitos e valores rumo a uma nova consciência do papel social, como indivíduo e futuro profissional.
  • Compreender as linhas demarcatórias entre o público e o privado e os valores éticos que configuram esta relação.
  • Desenvolver o espírito crítico repensando a ideia de brasilidade, de nossa cultura e sociedade.
  • Criar em nossos alunos uma escala de valores que lhes sirva para superar todos os obstáculos da vida pessoal e coletiva: autoconhecimento, iniciativa pessoal, criatividade e coerência entre pensamento e prática social.
II - Atitudes e hábitos a serem desenvolvidas

Respeito
  • às diversidades econômicas, étnicas e culturais;
  • e aquisição de uma visão ética nas relações pessoais;
  • e compreensão dos princípios de alteridade; 
  • ao patrimônio público e privado;
  • compreensão do atual momento político.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

As implementações do IPCC

 Este texto tem como objetivo compreender os conceitos relativos às implementações propostas pelo IPCC – Painel Internacional de Mudanças Climáticas.
Na Conferência de Kyoto realizada em 1977 no Japão foi apresentada a ideia do conceito de Sequestro de Carbono, com a finalidade de conter o acumulo de CO2 na atmosfera e a diminuição do efeito estufa.

De acordo com a proposta a conservação de estoques de carbono nos solos e florestas e a recuperação de áreas degradadas contribuiriam para a redução da concentração de CO2 na atmosfera.

Paralelamente à questão do sequestro de carbono foi apresentado o mecanismo de implementação Conjunta (joint implementation) que permite a um país como às empresas deste país reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, sem necessariamente tomar medidas no próprio país.

O conceito é simples, pois através dele um país industrializado e grande emissor de gases de efeito estufa poderão compensar suas emissões desenvolvendo projetos de redução de gases de efeito estufa em um país, localizado, por exemplo, na periferia do capitalismo e contabilizar a seu favor as emissões reduzidas.

Por sua vez o  Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) foi criado pela Conferência das Partes da  Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC - United Nations Framework Convention on Climate Change) como uma maneira de ajudar os países a cumprirem as metas do Protocolo de Kyoto.

Esta proposta consiste na implantação de um projeto em um país em desenvolvimento com o objetivo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) e contribuir para o desenvolvimento sustentável local.

Assim cada tonelada de CO2 equivalente deixada de ser emitida ou retirada da atmosfera se transforma em uma unidade de crédito de carbono, chamada Redução Certificada de Emissão (RCE), que poderá ser negociada no mercado mundial.

E finalmente, o conceito de comércio de emissões de gases do efeito estufa, também originário do Protocolo de Kyoto, permite que  países e empresas possam cortar suas próprias emissões com a aquisição de créditos de compensação de empresas que possuem  um desempenho em um nível em que suas emissões estão bem abaixo da quota real de emissões, possibilitando, portanto, àqueles que não alcançaram a sua meta de redução possam utilizar o excedente de redução de outro país compromissado, ou seja, que também tenha metas em relação ao Protocolo de Kyoto.

Concluímos, portanto, que os temas apresentados para a implantação do IPCC e do Protocolo de Kyoto se relacionam e foram essenciais para que os países signatários e empresas tornassem concretas as ações ambientais para a redução do efeito estufa e a emissão de CO2, contudo, a não assinatura do Tratado pelos Estados Unidos comprometeram de forma decisiva os objetivos traçados uma vez que eles são os maiores emissores de gases poluentes do planeta.   

Joacir F.Pimenta
Geografia

Referências

Acessos realizados em 17/05/2015 – disponível em:

Universidade de São Paulo – USP


Ministério do Meio Ambiente





Uma reflexão a partir do documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2006) sobre mudanças climáticas, mais especificamente sobre o aquecimento global, dirigido por Davis Guggenheim e estrelado pelo ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.


Entendemos que a questão que envolve o aquecimento global deva ser vista com a devida cautela, uma vez que é uma questão de caráter pluridisciplinar e  que portanto, deve ser muito bem estudada e analisada para não adquirir uma dimensão baseada no senso comum.

As questões apresentadas não devem ser vistas como algo irrefutável, pois sabemos que a ciência não é “estática” e que descobertas novas ocorrem constantemente e em todas as áreas do conhecimento, contradizendo o que já tinha sido dito e que até então era considerado verdadeiro e definitivo. 

Após as ressalvas apontadas, observamos que no filme a questão do aquecimento global é colocada como um problema de ordem moral ao mesmo tempo em que a problemática é apresentada de forma a-política, a-econômica e a-histórica ao não fazer críticas ao modo de produção capitalista e transferir aos indivíduos a responsabilidade pela situação do planeta.

É o que François Dosse nos ensina no livro A História em Migalhas – dos Annales à Nova História ao assinalar que “a negação da política num mundo de “ilusões perdidas” e com a ampliação do privado e o mascaramento das identidades sociais, ocorre uma perda da consciência da historicidade e sem o sentido do devenir humano, a consciência histórica se rende à pura descrição dos fatos.”

E assim os interesses políticos, econômicos e estratégicos relacionados às mudanças climáticas não aparecem no filme, além de não questionar o consumo, os padrões de desenvolvimento e o modelo econômico vigente.

Percebemos também que há uma retomada no filme de conceitos ligados às teses malthusiana e neomalthusiana de explosão no crescimento populacional mundial, segundo as quais o equilíbrio ambiental apresenta-se como produto do tamanho e crescimento da população, havendo assim, uma relação direta entre crescimento demográfico e pressão sobre recursos naturais, resultando daí a conclusão imediata da necessidade do controle populacional.

Na realidade os dados estatísticos indicam que o crescimento da população mundial está caindo e que a taxa de natalidade mundial que era de 3,3% em 1970, caiu para 2,1% em 2010 e a taxa média mundial de filhos por mulher, que era de 5,0 em 1950, caiu para 3,1 em 1995, e para 2,6 em 2010. Disponível em http://www.ufjf.br/ladem/2012/05/20/a-transicao-demografica-e-o-crescimento-populacional-no-mundo-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/.

Constatamos também que os maiores índices de crescimento populacional são registrados nos países pobres da América Latina, África e Ásia, portanto, regiões onde os níveis de industrialização, consumo e emissões são infinitamente menores em decorrência da pobreza da população.

Alguns pesquisadores contestam a hipótese do aquecimento global como, por exemplo, o Professor Dr. Luiz Carlos Baldicero Molion, que em artigo publicado na Folha de São Paulo de 31/07/2012 – Tendências e Debates refuta categoricamente a questão do aquecimento global ao afirmar que o “efeito estufa jamais foi comprovado” e contradizendo as argumentações oficiais  afirma  também que “após a Segunda Guerra Mundial, quando as emissões aumentaram significativamente, a temperatura global diminuiu    até a metade dos anos 1970 e que, portanto, o Co2 não controla o clima global.”

E conclui afirmando que “como mais de 80% da matriz energética global depende de combustíveis fósseis, reduzir emissões significa reduzir a geração de energia e condenar países subdesenvolvidos à pobreza eterna, aumentando as desigualdades sociais no planeta.

Diante do que foi brevemente exposto, entendemos que nós professores, devemos ter o discernimento e a cautela necessária para a abordagem da questão climática do planeta sem eleger uma única matriz teórica, além de aprofundarmos nossos estudos para podermos transmitir da melhor forma possível um tema tão polêmico. 



Joacir Feliciano Pimenta
Geografia  

Referências
DOSSE, François, A história em migalhas: dos Annales à “Nova História” – São Paulo : Ensaio: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1992.
MOLION, Luiz Carlos Baldicero - Folha de São Paulo – Tendências/Debates – 31/07/2012.


Relatório “Mind your Step”, calcula a pegada ecológica de smartphones dos 10 maiores fabricantes mundiais. Você sabe quanta água é gasta na produção do seu celular? Além de água e terra o processo tem impacto direto na vida trabalhadores

 
Por Redação do Akatu 
Os smartphones proporcionaram mudanças significativas na vida das pessoas, mas poucos percebem o impacto de sua produção no meio ambiente. A extração de materiais da terra e o processo de fabricação de um smartphone resultam em uma significativa pegada ecológica, revelou uma pesquisa da Trucost, feita a pedido da Friends of the Earth, aliança internacional de organizações em prol do meio ambiente.
Um único smartphone genérico consome em sua produção 12.760 litros de água e 18 metros quadrados de solo, segundo o relatório Mind your Step, que calcula a pegada ecológica de produtos como botas de couro, café, camisetas e chocolate. O levantamento da Trucost levou em conta os smartphones dos 10 maiores fabricantes mundiais.
A fase final de fabricação e montagem do smartphone é responsável por 40% dos gastos de água do processo. A obtenção de materiais brutos consome outros 40% de água utilizada na produção de um smartphone, enquanto 14% são consumidos na fabricação de componentes eletrônicos que serão utilizados no smartphone.
A demanda por terra na cadeia produtiva de um smartphone vem principalmente da produção de materiais para embalagem (55% do uso da terra), enquanto a extração de material bruto demanda 39% do uso de terra e a mineração consome 5% do uso da terra na fabricação de smartphones.
Além de água e terra, a fabricação de um smartphone exige a extração dos chamados elementos de terras raras, usados para produzir bateriais, lâmpadas LED, placas de circuito eletrônico e telas de vidro. A China domina o mercado desses elementos, que no processo de extração têm um forte impacto no meio ambiente. A mineração dos elementos de terra rara gera resíduos como arsênio, bário, cádmio, chumbo, fluoretos e sulfatos, o que resulta em 75 mil litros de água ácida e gases tóxicos.
A produção de smartphones também tem impacto na vida trabalhadores. Uma investigação do Friends of the Earth revelou que muitos trabalhadores morrem ou são feridos nas minas da Ilha de Bangka, na Indonésia, de onde vem um terço do estanho no mundo. O estanho é uma componente chave na fabricação de smartphones. A mineração de estanho está devastando as florestas locais, contaminando a água e o solo, além de danificar os recifes de corais.

 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Lei nº 12.305/10 - Política Nacional de Resíduos Sólidos

POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 

A Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).
Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.
Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.
Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.

Giuliano B Perasolo /arbos sbc / 1º A / N 12
Confiram a dica de vídeo do aluno Giuliano Busatto Perasolo - 1EM - Unid. SBC
Attachments area
eview YouTube video Meio Ambiente - A destruição causada pelo Homem

Crise hidríca



A região metropolitana de São Paulo vive a pior escassez de água dos últimos 80 anos. Há vários meses, o noticiário informa consecutivos recordes negativos no sistema Cantareira, reservatório responsável por abastecer a capital e vários municípios do entorno. No ápice da crise, o racionamento, até pouco tempo descartado pelo governo estadual, já é dado como certo, e outras medidas de contenção, como aplicação de multas para quem desperdiçar, estão sendo cotadas  ambas com impacto direto para o consumidor.

A crise decorre de décadas de mau comportamento em relação ao uso da água e do solo, e também de uma relação cultural equivocada que nós, brasileiros, temos com os recursos naturais. Vivemos uma cultura de abundância de água. Ninguém pensa em seca em região de Mata Atlântica, que é uma área de abundância de rios, cachoeiras e florestas. Mas viemos perdendo as florestas, por meio do uso do espaço urbano de forma completamente desordenada. Isso causou dois problemas graves: concentração do consumo da água [na região metropolitana] e aumento da poluição em praticamente oito vezes. A falta de água hoje na Grande São Paulo é muito mais decorrente da poluição e do desperdício do que do clima. Os eventos climáticos extremos potencializaram a crise, mas eles não são os culpados." Diz Malu Ribeiro especialista em gestão de recursos hídricos e coordenadora da Rede de Águas da Fundação SOS Mata Atlântica. 

Rebeca Centurião - 1EM






Problemas ambientais


Os problemas ambientais de âmbito nacional (no território brasileiro), relacionados à degradação da diversidade biológica ocorrem desde a época da colonização, estendendo-se aos subsequentes ciclos econômicos (pau-brasil, cana, café, ouro).

Infelizmente nosso planeta é afetado por vários problemas ambientais, muitos deles provocados por diversas ações humanas. Estes problemas afetam a fauna, flora, solo, águas, ar e etc.
Sendo os principais agravantes de ordem rural e urbana, os seguintes:
- perda da biodiversidade em razão do desmatamento e das queimadas;
- degradação e esgotamento dos solos decorrente das técnicas de produção;
- escassez da água pelo mau uso e gerenciamento das bacias hidrográficas;
- contaminação dos corpos hídricos por esgoto sanitário;
- poluição do ar nos grandes centros urbanos.

O índice de desmatamento em nosso território é tão alarmante que chega a pontuar proporcionalmente o Brasil como o segundo país, atrás apenas da China, com maiores áreas devastadas em todo o mundo.

Rebeca Centurião - 1EM





segunda-feira, 25 de maio de 2015

O FUNDO DO POÇO . Por Otávio Cohen




O Sistema Cantareira é um conjunto de represas criado nos anos 1970 como resposta ao rápido crescimento populacional em São Paulo. As represas ficam nas nascentes da bacia do Rio Piracicaba, a cerca de 70 quilômetros da capital. Para manter os reservatórios cheios, o sistema depende das chuvas de verão. Acontece que, nos primeiros três meses de 2014, choveu menos da metade do esperado para o período. A estiagem não foi de uma hora para a outra. Desde 2013, a chuva já estava abaixo da média na região. E olha que, dois anos antes, choveu tanto que o sistema operava com um nível superior a 100%.


Leia a reportagem completa acessando o link:

Fernando Gentil fegentil02@gmail.com

10:40 AM (4 hours ago)
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Veja soluções de seis países para vencer a falta de água e o desperdício





RISE HÍDRICA


 Leia a reportagem completa acessando o site:

Dicas de como cuidar do meio ambiente em casa

Muita gente já sabe que o meio ambiente está sendo desmatado, maltratado, morto, judiado, mas pouca gente faz sua parte.
Ele é conhecido mundialmente, espanhóis, bolivianos, brasileiros, venezuelanos, africanos, americanos...
Esse é um fato cotidiano, ou seja, ocorre no dia a dia, é mundialmente passado em jornais, canais de TV, panfletos, outdoors, arredores da cidade, e as pessoas não estão nem aí. 
O planeta precisa de você, lá vão algumas dicas SIMPLES, não precisa fazer dupla, trio, quarteto, grupinhos ou gangues, é individual mas quanto mais gente, melhor:
🔹 Apague a luz dos ambientes que estão vazios;
🔸 Jogue o lixo no lixo;
🔹 Quando for se ensaboar no banho, desligue a ducha;
🔸 Lembre-se: o papel vem da árvore, não gaste papel a toa, não use um lado e deixe o outro em branco, quer usar o papel? Use dos dois lados;
🔹 Desligue o computador, os celulares e outros eletrônicos quando não estiver usando;
🔸 Feche a torneira quando não estiver usando-a para não gastar água, a água também faz parte do meio ambiente, e também está em crise;
🔹 Quando for ensaboar sua mão na pia, desligue a torneira;
🔸 Não jogue NADA no esgoto, independente do que for;
🔹 Tem jardim em casa? Regue e cuide das plantas/flores/pés e árvores;
Claro que tem muitas mais dicas por aí, somente estão citadas as principais.
Tudo bem, pode ser um, dois dias, mas o certo seria nenhum dia.
Quanto mais gente ajudar melhor, FAÇA SUA PARTE! 


Beatriz S - 8EF C

domingo, 24 de maio de 2015

Projeto de Estudos do Meio e Educação Ambiental 

 Cananeia 

Turmas: 6EF  

 Unidades de Santo André e  São Bernardo do Campo 

A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará sequencia ao seu processo de socialização. O que nela se faz, se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.

Considerando a importância da temática ambiental e a visão integrada do mundo no tempo e no espaço, o Colégio Arbos busca oferecer meios efetivos para que cada aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e suas consequências para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o ambiente. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade mais justa, em um ambiente saudável.

Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e contextualizados com a realidade, o Colégio Arbos em seu Projeto Multidisciplinar de Estudos do Meio e Educação Ambiental possibilita que o aluno perceba a correlação dos fatos e adquira uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Para isso a Educação Ambiental é abordada de forma sistemática e transversal, em todos os níveis de ensino, assegurando a presença da dimensão ambiental de forma interdisciplinar nos currículos das diversas disciplinas e das atividades escolares.

Portanto, a Educação ambiental deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado à destruição inconsequente dos recursos naturais e de várias espécies.
  
Professor Joacir F.Pimenta
Geografia

Confiram algumas fotos do Projeto de Estudos do Meio e Educação Ambiental - Cananeia / 21, 22 e 23 de maio de 2015 - turmas: 6EF AB - Unidade SBC












































sexta-feira, 22 de maio de 2015

Projeto Aquapolo visa a produção de água industrial a partir do esgoto tratado do sistema ABC para 10 clientes do Polo Petroquímico de Capuava. A água industrial é aplicada em torres de resfriamento e reposição de água de caldeira para geração de energia.




Dicas de como cuidar do meio ambiente em casa

Muita gente já sabe que o meio ambiente está sendo desmatado, maltratado, morto, judiado, mas pouca gente faz sua parte.

Ele é conhecido mundialmente, espanhóis, bolivianos, brasileiros, venezuelanos, africanos, americanos...
Esse é um fato cotidiano, ou seja, ocorre no dia a dia, é mundialmente passado em jornais, canais de TV, panfletos, outdoors, arredores da cidade, e as pessoas não estão nem aí. 

O planeta precisa de você, lá vão algumas dicas SIMPLES, não precisa fazer dupla, trio, quarteto, grupinhos ou gangues, é individual mas quanto mais gente, melhor:

🔹 Apague a luz dos ambientes que estão vazios;
🔸 Jogue o lixo no lixo;
🔹 Quando for se ensaboar no banho, desligue a ducha;
🔸 Lembre-se: o papel vem da árvore, não gaste papel a toa, não use um lado e deixe o outro em branco, quer usar o papel? Use dos dois lados;
🔹 Desligue o computador, os celulares e outros eletrônicos quando não estiver usando;
🔸 Feche a torneira quando não estiver usando-a para não gastar água, a água também faz parte do meio ambiente, e também está em crise;
🔹 Quando for ensaboar sua mão na pia, desligue a torneira;
🔸 Não jogue NADA no esgoto, independente do que for;
🔹 Tem jardim em casa? Regue e cuide das plantas/flores/pés e árvores;
Claro que tem muitas mais dicas por aí, somente estão citadas as principais.
Tudo bem, pode ser um, dois dias, mas o certo seria nenhum dia.
Quanto mais gente ajudar melhor, FAÇA SUA PARTE! 

Beatriz S - 8EF C - Unidade de Santo andré

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Estudo do instituto 'Trata Brasil' mostra tamanho do desperdício de água no país (25/03/2015)


Algumas reflexões sobre o consumo e desperdício de água.

“A população precisa economizar água”. A afirmativa é uma simplificação da realidade, pois os grandes consumidores (indústrias ou grandes estabelecimentos, por exemplo, são responsáveis por aproximadamente 22% do consumo de água), o agronegócio (70%), enquanto o uso doméstico representa aproximadamente 8% do consumo, conforme gráficos abaixo.


Outro fator extremamente preocupante é a  perda de água por falta de manutenção do sistema , uma vez que os dados oficiais comprovam que o Brasil é recordista mundial em desperdício de água potável.







Infelizmente os números oficiais parecem camuflados. A seguinte conta nunca fecha: consumo total = esgoto total + perda + água gasta em irrigação. Estima-se que as perdas em São Paulo  estejam entre 30% e 40%. Ou seja, essa quantidade vaza na tubulação antes de atingir os consumidores. Água tratada e perdida.

Outro aspecto muito interessante relacionada ao consumo de água na produção agropecuária e industrial é a pegada hídrica (water footprint), que  é o volume de água necessária para produzir um determinado produto em nível industrial, levando em conta  a água efetivamente utilizada nos vários processos dentro da cadeia produtiva industrial.





A água potável é um verdadeiro ouro azul, raro, mas muito necessário para que a indústria de alimentos consiga cada vez mais garantir uma produção contínua. Basta pensar nos países em desenvolvimento no mundo, onde o acesso à água potável é difícil, se não quase ausente, para entender que chegou a hora de pedir à indústria alimentícia limitar o consumo e o desperdício d'água. Será possível?

Joacir Feliciano Pimenta
Professor de Geografia 




A beleza e devastação da floresta Amazônica



Apresentação

  O meio ambiente é atualmente um assunto em destaque mundial na mídia, nas instituições científicas e na sociedade, pela necessidade de se debater sobre os impactos das atividades antrópicas e os riscos que estas podem gerar nesta e nas próximas gerações. Pensando nisso, o Colégio Arbos propõe a semana do meio ambiente de 25 a 30 de maio de 2015 para toda a comunidade.


Neste sentido, este blog se propõe a debater a grave questão da atual crise hídrica e outros temas importantes relacionados ao Meio Ambiente.